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Para alguns fiéis, as luas de sangue são mais que um evento cósmico raro, mas sim, um presságio para o fim do mundo  Foto: Nasa / Divulgação

Um evento cósmico raro é esperado para esta noite, antecedendo as 'quatro luas de sangue' que alguns acreditam ser presságio do fim do mundo

rte, Terra e Sol vão se alinhar no Espaço na noite desta terça-feira, um evento conhecido também como “oposição de Marte” que só acontece uma vez a cada 778 dias. Porém, o que faz o acontecimento cósmico marcante é ele antecede as "luas de sangue", um fenômeno que poderá ser visto da terra na próxima semana e que é interpretado por muitos como um sinal bíblico do fim dos tempos. 

De acordo com a Nasa, a rara sequência de quatro eclipses lunares (as ”luas de sangue”) é conhecida como tétrade, e será seguida por seis luas cheias. O ciclo começa na semana que vem, no dia 15 de abril, e terminará apenas em 28 de setembro deste ano. 

Ainda segundo a Nasa, as quatro luas de sangue só foram vistas por três vezes em mais de 500 anos: a primeira vez na Idade Média, em 1493, quando os judeus foram expulsos pela Inquisição Católica na Espanha; a segunda, em 1949, quando o Estado de Israel foi estabelecido na Palestina, e a terceira em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias entre Árabes e Israelenses.

Para alguns fiéis, as luas de sangue significam mais que um evento cósmico raro: são um presságio para o “fim do mundo” e o retorno de Cristo à Terra para o Juízo Final. Na passagem bíblica do Livro de Joel, no Antigo Testamento, diz: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor” (Joel, 2:31).

Cães alinham o corpo com o campo magnético da Terra enquanto evacuam, diz estudo (Foto: Jenny Ricken/Universidade Duisburg-Essen/AFP)

Animal se alinha com o eixo do planeta na hora de defecar ou urinar. Capacidade pode ser usada para orientação.

Um estudo realizado na Alemanha concluiu que os cães conseguem captar o campo magnético da Terra. É a primeira vez que essa capacidade – anteriormente já percebida em outras espécies, como em pássaros – é identificada em cachorros.

Uma curiosidade está na forma como essa sensibilidade se manifesta. Os cães alinham o corpo com o eixo norte-sul do planeta no momento em que defecam ou urinam.

A conclusão é da equipe liderada por Hynek Burda, composta por cientistas da Universidade Duisburg-Essen, na Alemanha, e da Universidade Agrária Tcheca, com sede em Praga. Ao longo de dois anos, os pesquisadores observaram 70 cães de 37 raças diferentes, e mediram o eixo dos corpos dos animais durante 1.893 evacuações e 5.582 urinações.

Com esses dados, os cientistas conseguiram as primeiras evidências de que os cães são sensíveis ao magnetismo. Essa característica é importante porque, teoricamente, pode ser utilizada para a orientação dos animais na natureza. No entanto, o atual estudo ainda não foi capaz de descobrir se os cães de fato utilizam o artifício para navegação.

“De toda forma, é uma descoberta de imenso valor para a ciência. Pois apesar de todo o conhecimento das pesquisas com pássaros, o sentido magnético dos animais ainda não é bem compreendido”, afirmou Burda, em material de divulgação da Universidade Duisburg-Essen.

A pesquisa foi publicada pela revista especializada “Frontiers in Zoology”.

From: http://g1.globo.com

projeto-japones-transforma-lua-gigantesca-usina-energia-solar-discovery-noticias

Quando o assunto é energia e exploração espacial, temos que pensar grande – e é exatamente o que uma empresa japonesa está fazendo.

Uma das grandes vantagens do nosso satélite é que um de seus hemisférios é constantemente banhado pela luz do Sol (exceto durante eclipses ocasionais) e, portanto, gerar energia em painéis solares instalados na Lua pode não parecer algo tão distante.

Um exemplo é o recém-lançado rover chinês Chang’e 3/Yutu, que é movido a energia solar. Antes dele, os astronautas das missões Apollo já haviam realizado experimentos com energia solar no regolito lunar.

Mas que tal recobrir o equador da Lua com uma faixa de painéis solares de 400 quilômetros de extensão e enviar a energia para a Terra?

É exatamente essa a ideia da Shimizu Corporation, que pretende aproveitar o fluxo constante de 13.000 terawatts de energia gerados pelo Sol.

Segundo a revista Business Insider, “nos Estados Unidos, a capacidade total de geração de energia elétrica no verão foi de 1.050,9 gigawatts”.

Uma fonte de energia tão vasta poderia transformar totalmente a nossa civilização.

Como Obi -Wan diria: “Aquilo não é a Lua. É uma estação (solar) espacial”. “Essa mudança de foco, do uso de recursos limitados para o aproveitamento ilimitado de energia limpa, é o sonho de toda a humanidade.

O LUNA RING, nosso conceito de geração de energia solar lunar, transforma esse sonho em realidade por meio de ideias engenhosas, aliadas a tecnologias de ponta”, descreve o site oficial da empresa.

De fato, a empreitada exigirá tecnologias espaciais avançadas, não só para absorver a energia solar e enviá-la de forma eficiente para a Terra: sua própria construção exigirá vários saltos no desenvolvimento de tecnologia robótica.

No entanto, é preciso haver mudanças significativas nos acordos internacionais de cooperação espacial antes que o projeto saia do papel.

Uma estrutura digna da ficção científica, o LUNA RING é um anel que se estende pela circunferência da Lua ao longo de 11 mil quilômetros, construído por robôs que “executarão várias tarefas na superfície lunar, incluindo terraplanagem e escavação dos estratos inferiores do solo”.

O projeto será supervisionado por uma equipe humana, enquanto a maior parte das tarefas robóticas será operada remotamente da Terra.

Mas como a energia chegaria ao nosso planeta? Como a nossa atmosfera é praticamente transparente para microondas e lasers, a Shimizu pretende enviar a energia através de transmissores localizados no hemisfério lunar que está voltado para a Terra.

À medida que a Lua orbita a Terra e nosso planeta gira, estações internacionais de recepção alimentariam as redes de eletricidade com a energia solar abundante gerada no processo.

Seus criadores se apressam em destacar que essa fonte quase inesgotável de energia limpa poderia beneficiar toda a humanidade. Além disso, quando a infraestrutura estiver pronta, outros recursos poderão ser explorados – como a extração de minérios preciosos e a fabricação de produtos do regolito.

Pode-se imaginar um consórcio internacional de nações e/ou empresas que comprariam cotas da LUNA ANEL para viabilizar sua construção. Cada sócio teria o direito de construir estações de recepção na localização geográfica de sua escolha, livrando o planeta de fontes de energia poluentes.

O Japão, afetado pelo devastador acidente de Fukushima em 2011, está buscando ativamente novas fontes de energia alternativa para que possa abrir mão da energia nuclear – e não dá para ser mais “alternativo” do que isso.

A data prevista para o início da construção do LUNA RING é 2035. Até lá, a Shimizu acredita que a infraestrutura e a tecnologia de geração de energia solar no espaço terá avançado o bastante para possibilitar um projeto dessa magnitude.

Preocupar-se com pequenos detalhes práticos – como a limpeza dos painéis solares do LUNA RING e a obtenção do apoio da comunidade internacional – parece um pouco prematuro.

O projeto pode parecer um sonho distante, mas se as tecnologias atuais de fato avançarem, pode ser feito.

É claro que seria a maior façanha de engenharia da história da humanidade, mas não uma tarefa impossível para uma civilização em constante avanço tecnológico.

Se realizássemos tal proeza, estaríamos perto de nos tornar uma civilização Tipo 1 na Escala de Kardashev, que mede o desenvolvimento tecnológico de uma civilização.

Por enquanto estamos no Tipo 0: nossa capacidade de aproveitar as fontes de energia globais é muito limitada. Para chegar ao Tipo 1, teremos que captar toda a energia disponível na Terra.

Portanto, se conseguirmos criar uma usina de geração de energia solar no satélite natural do nosso planeta, provavelmente ganharemos um bom impulso na escala de Kardashev.

Embora seja apenas um conceito, não é difícil vislumbrar como a LUNA RING se tornará realidade.

Às vezes, é preciso pensar realmente grande para enfrentar alguns dos maiores desafios da nossa espécie.

Por Ian O’Neill

Mudança nos Pólos Magnéticos da Terra

A Ciência se dobra às Profecias e às tradições dos povos indígenas.

Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu está vermelho-escuro. Hipócritas! Sabeis, portanto, discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer os Sinais dos Tempos?   Mateus (16: 2, 24)

Thoth3126@gmail.com

Fonte:  http://www.greggbraden.com/

Profecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora, para surpresa de muita, muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e nas freqüências vibratórias da Terra.

O ápice do processo, que, segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos

Este texto é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno. Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro “Awakening to Zero Point” (Despertando para o Ponto Zero) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade. Ver em: http://www.greggbraden.com/

Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra já está passando pelo Cinturão de Fótons e que esta havendo uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância Schumann; sobre este tema da Ressonância, leia mais ao final deste artigo). 

Quando a Terra diminuir ao máximo a sua rotação e a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 hz, estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético. A Terra ficará como se estivesse parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direção oposta. Isso poderá produzir uma total reversão nos campos magnéticos e nos Pólos terrestres. 

Freqüência de base crescente:

A freqüência de base da Terra, ou a sua “pulsação” natural como um organismo vivo (a Ressonância Schumann)está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 a 8 ciclos por segundo. Essa medida já foi considerada uma constante. Comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor dessa freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos.  A ciência não sabe por que isso acontece – nem o que fazer com tal situação.  

Greg Braden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto – que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos. A única referência à Ressonância Shumann (RS) encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições de mudanças amplas de clima. Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos que estão acontecendo em todo o planeta.

CAMPO MAGNÉTICO DECRESCENTE:

Enquanto a taxa de “pulsação” está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com Professor Banerjee, da Universidade do Novo México (EUA), o campo eletromagnético da Terra reduziu sua intensidade à metade, nos últimos 4 mil anos. Como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução desse campo de força, ele acredita que outra inversão,a Polar já deve estar acontecendo. Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta. 

Impacto sobre o planeta:

Greg Braden costuma afirmar que essas informações não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar as pessoas. Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para o planeta: a nova humanidade viverá além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no medo e no egoísmo sendo totalmente dissolvidos. Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada 13 mil anos, precisamente na metade dos 26 mil anos de Precessão dos Equinócios.  

O Ponto Zero e uma alteração dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de 4 ciclos da Terra, que ocorre a cada 20 anos, sempre no dia 12 de agosto. A última ocorrência foi em 2003. Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá nos atuais oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, desse mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais. 

Os reflexos na vida humana:

Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção da passagem do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe, zumbido nos ouvidos e sono intenso. Ele associa uma série de conceitos de ordem esotérica aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. 

Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de “iniciação”. O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou seja, 24 horas, a aceleração do tempo já esta em curso. Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que hoje conhecemos, usamos e da qual dependemos deixará de ser operacional.  

Possíveis exceções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no Ponto Zero ou Energia Livre. A inversão causada pelo Ponto Zero provavelmente nos introduzirá à Quarta Dimensão (transitaremos pela quarta dimensão rumo à quinta, e nesse momento aqueles que não evoluíram ficam em meio ao processo), diz o geólogo, então tudo o que pensarmos ou desejarmos vai se manifestar rapidamente (esse é o fim do tempo como o conhecemos). Isso inclui pensamentos e sentimentos diversos inconscientes. Daí que a “intenção” (ou a consciência, ou a falta dela) passará a representar um papel de suma importância na vida humana. 

Um novo DNA:

Para Braden, nosso corpo físico vem mudando à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. Nosso DNA estaria sendo ampliado para 12 fitas em sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado para os que realizassem um “Trabalho Interno adequado”(buscasse a sua própria EVOLUÇÃO). Em conseqüência disso, nos tornaríamos mais intuitivos e com maiores habilidades curativas. Ele afirma também que todas as doenças dos, incluindo a Aids, câncer, etc, que são kármicas, desaparecerão.  

Nossos olhos ficariam como os do gato, para se ajustarem à nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças nascidas depois de 1998 já provavelmente teriam capacidades telepáticas. Segundo afirmações de Samael Aun Weor, fundador das instituições gnósticas, a passagem de todo o Sistema Solar e da Terra em particular afetaria toda a fauna e a flora, revolucionando as cadeias de Química, Física e Biologia. Isso inclui também as ciências relacionadas ao ser humano.

Calendário Maia, destaca Braden, predisse todas as mudanças que estão ocorrendo agora. Os seus textos afirmam que estamos indo para além da tecnologia e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo. (Por volta de 2045 estaríamos então entrando mais aceleradamente na Quarta/quinta Dimensão, processo que teria se iniciado no exato momento em que Jesus estava sendo crucificado, e que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero.) 

Acredite ou não, a Terra comporta-se como um enorme circuito elétrico. É verdade que a atmosfera é um condutor bastante fraco, e se não houvessem fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se disseminaria em cerca de 10 minutos. Existe uma “cavidade” definida pela superfície do planeta e o limite interior da ionosfera 55 quilômetros acima. Em qualquer momento dado, a carga elétrica presente nessa cavidade é de 500 mil Coulombs. Existe uma corrente de fluxo entre o chão e a ionosfera de 10 a 12 ampères por metro quadrado, a resistência da atmosfera é de 200 ohms e a tensão é de 200 mil volts. 

Aproximadamente mil tempestades luminosas acontecem a todo momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 ampère, e elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da corrente na “cavidade eletromagnética” da Terra. As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem nessa cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão  presentes o tempo inteiro, mas sim têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo.

Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem em diversas freqüências entre 6 e 50 hz; especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 hertz, com uma variação diária de cerca de 0,5 hz. 

As Manchas Solares – (SUNSPOTS):

Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética da Terra permanecem as mesmas, essas freqüências também permanecem inalteradas. Presumivelmente, há uma mudança devida ao ciclo DE ERUPÇÃO das manchas solares (SUNSPOTS), já que a ionosfera terrestre responde ao ciclo de 11 anos de atividade solar. Ressonâncias de Schumann são mais facilmente observadas entre 2.000 e 2.200 UT. Tendo em vista que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpreendente encontrar tais ondas eletromagnéticas. As propriedades ressonantes dessa cavidade terrestre foram previstas inicialmente pelo físico alemão W.O. Schumann entre 1952 e 1957 e detectadas pela primeira vez por Schumann e Konig em 1954.  

A primeira representação espectral desse fenômeno foi preparada por Balser e Wagner em 1960. Muito da pesquisa, nos últimos 20 anos, foi conduzido pela Marinha norte-americana, que investiga freqüências extremamente baixas de comunicação com submarinos.  Quem desejar mais informações técnicas poderá buscar o Handbook of Atmospheric Electrodynamies, vol. 1, de Hans Volland (CRC Press, 1995). Todo o capítulo 11 é sobre a Ressonância de Schumann, tendo sido escrito por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade do Alasca. Observam-se, por toda a face da Terra, significativos sinais de uma grande mudança. Toda a humanidade encontra-se num estado de “tensão e expectativa”. Expectativa de quê?  

Poucos sabem ao certo, mas é um fato e ela existe, como bem o demonstra a insegurança pública. Os mais céticos afirmam ser devido à contingente situação atual da sociedade mundial. Alguns sociólogos afirmam ser devido às armas nucleares, ao chamado “equilíbrio do terror”, cujo arsenal nuclear é suficiente para destruir todo o planeta mais de uma centena de vezes. Já os ocultistas afirmam que estes “sintomas planetários sociais são o Inconsciente Coletivo”, prognosticando uma terrível e implacável seleção ou separação do trigo do joio, proveniente de um grande “Julgamento Cíclico”. Em verdade, contudo, podemos apenas afirmar que: Os tempos esperados já chegaram e que pouco importa se os homens (e mulheres) estejam ou não conscientes disto

Ademais, o real conhecimento da Causa que tanta repercussão vem fazendo refletir na insegura humanidade pertence somente àqueles que se fizeram “dignos de tais revelações”. Já um certo discípulo teve ocasião de dizer: “Quatro círculos concêntricos se apresentam atualmente para definirem a evolução espiritual dos seres que habitam a face da Terra:

1º o externo, é formado pelos “irremediavelmente perdidos”, ou seja, aqueles que se defrontaram com o dantesco portal onde se lêem ainda as seguintes palavras: Lasciate Ogni Speranza, o Voi Ch’Entrate. Sim, para estes, foram perdidas todas as esperanças. 

O 2º , dos “prováveis”, ou aqueles que lutam como Rarinantes in Gurgite Vasto (raros náufragos nadando num vasto abismo), para se salvarem da grande tribulação do presente ciclo, que a tudo e a todos ameaça destruir. 

O 3º círculo  é formado pelos já redimidos ou salvos, ou seja, aqueles que passaram por todas as Provas dolorosas da vida e delas saíram vitoriosos. 

Finalmente, o 4º grupo, formado pelos guias ou instrutores da humanidade. Os que se acham ocultos no interior do Templo dedicado ao culto de Melquisedeck, e que outro não é senão o da Universidade Eucarística, o “Graal de todos os Graais”, sintetizados na Fraternidade Universal de toda A Humanidade. Esses últimos seres a que se refere a citação acima sabem muito bem o que há de acontecer num futuro (já nosso presente) próximo e muito mais. Sabem ainda a razão por que a Divindade manifestar-se-á dessa vez como a “Face Rigorosa” (em lugar da Amorosa, de há dois mil anos quando seu mensageiro foi violentamente assassinado na cruz) do Eterno e Soberano Senhor dos Universos.  

De qualquer forma, para os cegos de espírito, que obstinadamente negam este futuro óbvio, eis os conselhos do sábio sacerdote atlante Rá-Mu dado sobre o afundamento de Atlântida. “Quando a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só existem mar e céu, os dez países, com suas Portas de Ouro e Templos Transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudida pela tormenta. Eis que uma nuvem de fogo e fumaça se elevou dos palácios. Os gritos de horror lançados pela multidão enchiam o ar. Todos buscavam refugio nos templos, nas cidades, e o sábio Rá-Mu apresentando-se, lhes falou: “Eu não vos predisse todas essas coisas?”  

Os homens e mulheres, cobertos de faustosas vestes e pedras preciosas, clamavam: “Mu, salva-nos!” Ao que replicou Mu: “Morrereis com vossos escravos e vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles (a nossa atual raça humana, a 5ª Raça, Ária), porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é justamente morrer convosco. Não tivestes dignidade para viver, tende pelo menos dignidade para morrer”. As chamas e o fumo afogaram as últimas palavras de Mu que, de braços abertos para o Ocidente, desapareceu nas profundezas do Oceano junto com 64 milhões de habitantes do imenso continente” (em apenas um único dia).

1. Espaço Profundo 

Em 14 de dezembro de 1997, uma explosão foi percebida na Terra, vinda do espaço. De uma área do tamanho do Texas a 12 bilhões de anos-luz da Terra, ocorreu uma explosão, que baseada na fórmula E=Mc2, requereria toda a matéria visível no universo para liberar tamanha quantidade de energia. De acordo com determinados relatórios, ela teria ocorrido a um milésimo de segundo depois do Big Bang original. 

Isso é impossível dentro de nosso entendimento do universo. Não existe nenhuma pessoa na Terra que possa ao menos começar a explicar isso. E para complicar mais ainda o problema, mais de 2 mil dessas explosões ocorreram desde a primeira. Mais de 2 mil novos universos foram então criados dentro deste? Enigmas! 

O novo telescópio NuSTAR- Nuclear Spectroscopic Telescope, gravou esta expansão violenta de energia emitida pelo supermassivo buraco negro chamado de Sagitário A do Centro da nossa Galáxia Via Láctea no final de julho. A imagem de fundo mostra um amplo campo de visão, em infravermelho do centro da Galáxia. Inserções de zoom no buraco negro gravou como a energia se inflama desde o centro em repouso, explodindo para em seguida, desaparecer.  O gás mais quente, localizado perto do buraco negro, pulsa como o ponto branco central visto nas imagens de raios-X. O gás um pouco mais frio fica associado com um gás remanescente de uma velha explosão de uma supernova nas proximidades e é responsável pela existência da nuvem circundante (DO RAIO) rosa. Foto: NASA / JPL-Caltech.http://www.nasa.gov/mission_pages/nustar/main/index.html

2. Centro Galáctico (O Sol Central da Galáxia)

Desde 14 de dezembro de 1997, o centro de nossa galáxia também tem começado a expulsar grandes quantidades de energia para o nosso sistema local. Isso também é inexplicável, de acordo com o cientista com quem eu estava conversando.

De fato, o satélite “Beeper”, foi destruído por uma dessas explosões, de acordo com o mesmo cientista. Este homem acredita que se essa energia continuar a crescer e a pulsar, ela irá eventualmente destruir todos os nossos satélites artificiais em órbita da Terra. 

3. O SOL:

Até 1992, tudo estava normal com nosso Sol. Ele tinha um pólo magnético ao norte e outro ao sul. Estava funcionando normalmente para os padrões científicos. Em dezembro de 1994, a nave espacial Ulysses, da NASA, chegou ao Sol para medir seu campo magnético. A Nasa, então ficou perplexa, ao constatar que o campo magnético solar não possuía mais um pólo norte e um polo sul. O pólo magnético do Sol havia mudado dramaticamente para um campo homogêneo. Não tinham, é claro, nenhuma explicação científica. Ninguém jamais viu alguma coisa parecida antes. Assim, o satélite SOHO (SOlar Heliospheric Observatory) foi lançado para estudar o Sol por um período de vários anos. 

No início de junho de 1998, dois cometas chocaram-se com o Sol. Cerca de 25 ou mais cometas ou asteróides poderão chocar-se por ano com Sol ou raspar nele. Isso não era comum e nada acontecia anteriormente, quando o Sol era atingido por um corpo cósmico. Só que desta vez o Sol reagiu de um jeito nunca visto antes.

Aproximadamente de 30 a 35 chamas (Flares) solares eructaram/emergiram da superfície do Sol, todas em dois círculos paralelos nas latitudes 19.5, norte e sul. Se até duas ou três chamas solares eructassem de uma vez, isso já seria de grande preocupação, por causa das tempestades magnéticas que poderiam ser causadas na Terra. Mas 30 ou 35 foi ultrajante. 

E mais, de acordo com Gregg Braden, o fluxo de prótons (energia) solares emitido pelo sol, que é medido em PUI, estava em cerca de 2.500 até o fim dos anos 80. A comunidade científica ficou muito preocupada sobre essa quantidade de energia chegando à Terra. Você sabe em quanto era há alguns meses? 42 mil PUI! E ninguém está falando mais nada a respeito. O que eles poderiam falar? 

4. A Terra:

Estão nos contando aqui, nos Estados Unidos, que o fogo dos incêndios no México está sendo causado por fazendeiros, queimando campos para abrir espaço para mais plantações. Testemunhas oculares, no México têm uma história diferente. Eles falam que o Monte do Vulcão Popocatepetl, a cerca de 40 milhas a sudeste da Cidade do México, vem tendo erupções por mais de um ano agora, e o chão na área, ao redor, está se tornando muito quente. Diz-se que as árvores estão espontaneamente pegando fogo, o que quer dizer que o chão estaria a mais de 459 graus Fahrenheit. 

Outro grande vulcão, o Pacaya, explodiu perto da Cidade da Guatemala. Na Califórnia, a área do Lago Mammoth do supervulcão de Yellowstone (ver mais em http://thoth3126.com.br/super-vulcao-em-yellowstone-pode-destruir-os-eua/) parece estar potencialmente preparada para uma possível erupção. O Monte Santa Helena está registrando cerca de 170 terremotos diários. O Monte Rainier parece também estar perigosamente perto de uma possível erupção. Um vulcão sob a água está se formando perto da costa da Califórnia. O que está sendo dito aqui é que toda a costa OESTE, da Guatemala ao Estado de Washington, está perigosamente perto de algum tipo de reação maior. Isso perto da Falha geológica de San Andreas e JUAN DE FUCA, na Califórnia.  

O Pólo Sul está derretendo. Existem três vulcões explodindo sob a camada de gelo. Eles estarão ativos por muitos anos a partir de agora. Em meados da década de 90, ocorreu a ruptura do maior pedaço de gelo já conhecido, com cerca de 800 milhas quadradas de gelo. No momento, outro grande pedaço de gelo está para se quebrar na Antártica. Esse é chamado de Larson’s Ledge e é do tamanho do Estado do Texas, com cerca de 3 ou 4 milhas de profundidade (espessura). Está se rompendo rapidamente. Se essa peça de gelo quebrar, de acordo com a pressão liberada, irá aumentar os oceanos em 65 pés (cerca de 20 metros). Dois países irão desaparecer para sempre e praticamente todas as cidades costeiras no mundo serão destruídas. Pense então o que acontecerá com a Flórida, onde a maior elevação está a 90 pés  (30 metros) acima do nível do mar.  

Isso aconteceria em um dia apenas. (n.t.- Temos que ter em mente que a sociedade brasileira reside, em sua maior parte, em zonas costeiras, em grandes cidades litorâneas. E mesmo outras que não são tão próximas do oceano Atlântico, terão problemas. A altitude média de Porto Alegre [a primeira grande capital estadual do pais subindo do sul] é de apenas 4 metros e sua região metropolitana, com cerca de 4,3 milhões de habitantes, no estado do Rio Grande do Sul não fica longe disso). O governo dos EUA está contando para o mundo que levará cerca de 500 anos até o Larson’s Ledge se quebrar. Não falamos muito sobre isso, mas na Austrália está sendo discutido quase que toda a semana, porque os australianos seriam os primeiros afetados. É óbvio que uma onda provocada por um pedaço de gelo tão grande quanto o Larson’s Ledge seria uma onda enorme. 

A Plataforma de gelo Larsen A, B e C e sua desintegração se acelerando. Ela entrou em colapso a partir de 2002.  Veja o quanto em: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Fragments_of_Larsen_B_Ice_Shelf_Lingered_Until_2005.gif

Também no fim dos anos 90, o dr. David Suzuki e outro cientista foram para uma estação de TV australiana e fizeram uma declaração audaciosa. Eles disseram que não iriam permitir que essa desinformação continuasse. Disseram que, como cientistas, acreditam, com toda a informação científica que possuem, que o Larson’s Ledge irá quebrar “dentro de 3 décadas ou menos” gerando uma onda gigante que vai varrer o Oceano Atlântico. Antes do dr. Suzuki, as tribos de aborígenes australianas já diziam que esperam uma grande onda que está por vir, e muitas dessas tribos estão, neste momento, deslocando-se para o centro do continente australiano, onde é mais seguro. (Como esta fazendo a elite da Nova Ordem Mundial, para saber mais ver emhttp://thoth3126.com.br/a-base-subterranea-e-os-segredos-de-pine-gap-e-canberra/

O campo geomagnético da Terra está sofrendo grandes mudanças, enfraquecendo. Há 2 mil anos, o campo media cerca de 4 gauss. Quase 500 anos depois, o campo geomagnético terrestre começou a cair, numa taxa muito mais acelerada. O campo agora mede somente 0,4 gauss. Nos últimos 30 anos, esse campo não tem só caído, mas está se tornando irregular. Os pássaros, que se utilizam dele para migrar, estão agora indo parar em outros locais. Ocorre o mesmo com os golfinhos, os cetáceos e as baleias. Eles usam as linhas geomagnéticas para migrar pelos oceanos do planeta. 

Para saber mais: 

  1. http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-norte-muda-muito-rapido-polo-sul-se-arrasta/ 
  2. http://thoth3126.com.br/mudanca-dos-polos-nortesul-esta-acontecendo-agora/ 
  3. http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-geomagneticos/

Estas linhas, que estavam estacionadas por milhares de anos nos mesmos lugares, agora mudaram. Algumas dessas linhas movem-se para áreas no interior dos continentes e essa é a razão pela qual muitas baleias e golfinhos têm encalhado nas praias. As linhas geomagnéticas, que sempre guiaram sua migração PELO OCEANO, agora as levam para a terra. Nas últimas duas semanas de setembro de 1994, o mundo experimentou uma oscilação do campo geomagnético. Pilotos de aviões de todo o mundo foram forçados a aterrissar manualmente seus aviões porque o campo geomagnético terrestre começou a se mover erraticamente. No início dos anos 2000 ele parecia voltar ao normal. 

De junho a outubro e parte de novembro de 1996, tivemos uma anomalia muito maior e mais longa. Especialmente durante julho e agosto daquele ano. O Pólo Sul estava realmente se movendo. Se você tivesse uma bússola preparada, veria que o Pólo estava se movendo em base diária e às vezes horária. Ele estava se movendo de 2,5 a 17 graus em um único dia. Em um ponto, de acordo com Greg Braden, o Pólo Sul do planeta realmente moveu-se para longe por poucas horas. Essa informação pode ser facilmente checada. Dê uma olhada em qualquer mapa aeronáutico do mundo, em qualquer grande aeroporto, antes de junho de 1996.

Acima: O Pólo Sul Magnético já percorreu 1.800 milhas (2.880 quilômetros) durante os últimos 400 anos, desde a sua localização original.

Depois, pegue um novo (os governos tiveram de refazer os mapas para poder aterrissarem os aviões) e compare-os. Você verá que a correção de erro para o Pólo Norte magnético mudou, o que quer dizer que o Pólo Sul moveu-se. O aeroporto de Chicago, o O’Hara International Airport mudou de 1,5 a 2 graus. Então, tudo ficou quieto até recentemente. Houve alguns momentos de oscilação, mas não muitos. No último bimestre, houve novo movimento. Desta vez, com grandes conseqüências em potencial. Um cientista alemão, preocupado o bastante para me dar certas informações, mesmo que isso fosse sinônimo de sua perda de liberdade, revelou que estava trabalhando para o governo russo, e disse que mandaria a prova do que estava para revelar informações estarrecedoras sobre as mudanças no campo magnético da Terra. Ele disse duas coisas: 

Primeiro, que a Freqüência de Ressonância Schumann da Terra está, na verdade, mudando. De acordo com os satélites russos, a F.R.S. está aumentando dramaticamente. Disso, alertou o geologista Greg Braden. A freqüência que normalmente está em cerca de 7,8 hertz aumentou para 11,2 hertz. Depois, repentinamente, a Universidade da Califórnia, em Berkeley, anunciou que não havia mudanças. Isso não faz sentido. De acordo com a Rússia, ela está agora próxima a 13 hertz

A segunda coisa que esta fonte alemã afirmou é extremamente importante. Disse que a Rússia e a Alemanha têm documentado que o campo geomagnético terrestre está neste momento caindo para zero. Revelou que os modelos dos computadores russos mostraram isso cerca de 10 dias antes de termos ultrapassado o ponto onde ele poderia ser revertido, querendo dizer que sempre que um sistema chega a esse estágio, ele irá para zero. Depois, foi dito que o governo russo agora acredita que o campo geomagnético terrestre cairá para zero num futuro próximo. (Acontecerá em ABRIL de 2018, em conjunto com a alteração dos polos e do campo eletromagnético do planeta. 

Para saber mais veja em: http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/) 

Esta fonte alemã disse que o programa espacial russo tem feito uma extensa pesquisa sobre o assunto. Ela afirmou que quando os russos levaram pessoas para fora do campo geomagnético terrestre, observaram reações humanas específicas. Primeiro, os astronautas ficaram agitados. Depois, ficaram agressivos com outros seres humanos e completamente insanos, o que descobriram ser incurável. Eles analisaram e descobriram que o que aconteceu no cérebro humano foi conseqüência de quando o campo caiu para zero. Os alemães criaram então um cinto eletrônico para ser usado, que criará um balanço pessoal da FRS e do campo geomagnético em 0,4 gauss em volta do corpo humano. Isso está sendo dado para pessoas-chaves para manterem a governabilidade da sociedade planetária, caso isso realmente aconteça. 

Para saber mais veja em: http://thoth3126.com.br/carta-de-um-politico-da-noruega-sobre-2012/

Além disso, surgiram três outras descobertas humanas que também apontam indiretamente ser esta a época do “Período de Transferência” salto evolutivo para a humanidade (da quinta para a sexta Raça-Raiz):

a. As descobertas que estão sendo feitas no Egito de uma cidade subterrânea a 6 milhas de profundidade de 1,5 por 8 milhas de extensão, ainda mantida em segredo.

b. A descoberta de um código secreto na Bíblia, por meio de um avançado programa de computador, que não deveria ser aberto “antes do fim dos tempos”. Isso é relatado no livro O Código da Bíblia (The Bible Code) de Michel Drosnin.Isso é muito importante.

c. Em 23 de maio de 1998, a descoberta de possíveis restos da Atlântida próximo à costa de Bimini foi anunciada por Aaron Du Val. Eles acharam estas ruínas da Atlântida há três anos e meio, mas negaram-se a liberar essa informação até que tivessem provas científicas, sem qualquer dúvida, e o fizeram agora.

SAIBA mais em: 

  1. http://thoth3126.com.br/piramides-no-egito-a-sua-historia-dos-subterraneos-perdida-e-secreta/
  2. http://thoth3126.com.br/piramides-no-egito-a-historia-perdida-e-secreta-dos-subterraneos-em-gize-final/
  3. http://thoth3126.com.br/atlantida-triangulo-das-bermudas/
  4. http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/

Pela ressonância Schumann se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100km acima de nós.

Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo.

Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida.

Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz.

Empiricamente fez-se a constatação de que não podemos ser saudáveis fora dessa frequência biológica natural.

Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam.

Mas submetidos à ação de um simulador Schumann recuperavam o equilíbrio e a saúde.

Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo.

Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos.

Essa ressonância está de alguma forma conectada com a consciência humana, pois nossas ondas cerebrais operam nessa frequência.

Fonte: http://www.verdademundial.org/2013/09/ressonancia-de-shumann-qual-o-efeito-no.html

Nos programas de TV e filmes “Star Trek”, o motor de dobra da Enterprise permitia que a nave se movesse mais rápido que a luz, uma habilidade que é, como Spock diria, “altamente ilógica”.

Nave com motor de dobra

No entanto, há uma brecha na teoria geral da relatividade de Einstein que poderia permitir que uma nave atravesse grandes distâncias em menos tempo do que levaria a luz. O truque? Não é a nave que se moverá – e sim o espaço ao redor.

Na verdade, os cientistas da NASA estão agora trabalhando no primeiro teste prático para provar a possibilidade de que motores de dobra possam viajar mais rápido que a luz.

Segundo a teoria de Einstein, um objeto com massa não pode ir tão ou mais rápido do que a velocidade da luz. A série original “Star Trek” ignorou esse “limite universal de velocidade” em favor de uma nave que pode chegar à outra galáxia em questão de dias ou décadas, dependendo da distância da Terra.

Eles tentaram explicar as capacidades da nave mais rápida do que a luz ao ligar o motor de dobra com um motor de “matéria-antimatéria”. Quando matéria e antimatéria se colidem, suas massas são convertidas em energia cinética de acordo com a fórmula de equivalência massa-energia de Einstein: E = mc2. [O que é antimatéria?]

Em outras palavras, a colisão de matéria-antimatéria é uma poderosa fonte de energia e combustível, mas mesmo assim não seria suficiente para impulsionar uma espaçonave para velocidades mais rápidas do que a luz.

No entanto,  graças a “Star Trek” que a palavra “motor de dobra” é hoje praticamente sinônimo de viajar mais rápido que a luz.

O motor de dobra é possível?

Décadas após a série original “Star Trek” sair do ar, o físico Miguel Alcubierre argumentou que talvez a velocidade de dobra seja possível. Ela simplesmente não iria funcionar da maneira que “Star Trek” pensou.

Coisas com massa não podem se mover mais rápido que a velocidade da luz. Mas e se, em vez de a nave se mover através do espaço, o espaço se mover através da nave?

O espaço não têm massa. E nós sabemos que ele é flexível: o espaço vem se expandindo à uma taxa mensurável desde o Big Bang. Sabemos disso a partir da observação da luz de estrelas distantes – ao longo do tempo, o comprimento de onda da luz das estrelas, uma vez que atinge a Terra, é alongado em um processo chamado de “redshift” – desvio para o vermelho. De acordo com o efeito Doppler, isto significa que a fonte do comprimento de onda se move para longe do observador – ou seja, da Terra.

Então, nós sabemos a partir da observação do redshift que o tecido do espaço é móvel.

Alcubierre usou esse conhecimento para explorar uma brecha no “limite de velocidade universal.” Na sua teoria, a nave nunca é mais rápida do que a velocidade da luz – em vez disso, o espaço à frente da nave é contraído, enquanto o espaço atrás é expandido, permitindo que a nave viaje distâncias em menos tempo do que a luz.

A própria nave permanece no que Alcubierre chama de “bolha de dobra”, e dentro dessa bolha, nada nunca será mais rápido do que a velocidade da luz.

O primeiro passo para saber se uma unidade de dobra é funcional é provar se é possível criar a “bolha de dobra” artificialmente.

Projeto de um motor de dobra da NASA

De acordo com a teoria de Alcubierre, pode-se criar uma bolha de dobra através da aplicação de energia negativa, ou a energia criada no vácuo. Este processo baseia-se no efeito Casimir, que afirma que o vácuo não é na verdade um vazio. Em vez disso, o vácuo é, na verdade, cheio de ondas electromagnéticas flutuantes.

Distorcer estas ondas gera energia negativa, que possivelmente distorce o espaço-tempo, criando uma bolha de dobra.

Para ver se a distorção espaço-tempo ocorre em um experimento de laboratório, os pesquisadores brilham dois lasers altamente direcionados: um através do vácuo e um através do espaço regular.

Os investigadores então comparam as duas vigas, e se o comprimento de uma onda atravessando o vácuo é alongado, saberão que a onda passou através de uma bolha de dobra.

Os pesquisadores ainda não conseguiram obter dados suficientes para chegar à uma conclusão, mas estão muito otimistas e acreditam que podem provar que é possível desenvolver um motor de dobra funcional. [Space]

Galáxia

Como a teoria do Multiverso explica a configuração perfeita do universo para permitir a existência das estrelas, dos planetas, e da vida.

Nosso universo nasceu há aproximadamente 13,8 bilhões de anos em um evento denominado Big Bang. Instantes após esse evento, o universo inflou do tamanho de uma simples molécula para o tamanho de uma galáxia em um trilionésimo de segundo. Após esse fenômeno denominado inflação, a velocidade de expansão diminuiu consideravelmente.

Mas no final do século passado, a comunidade científica ficou chocada ao perceber que a velocidade de expansão do universo vem aumentando desde então. Os pesquisadores atribuíram à energia escura como sendo a força responsável por essa aceleração.

A energia escura possui um funcionamento oposto a gravidade. Quando lançamos uma bola de tênis para o alto, a tendência é ela desacelerar devido à força da gravidade e cair. Com o universo, deveria ser a mesma coisa. As galáxias estariam se afastando uma das outras com a força do Big Bang (impulso dado pela pessoa que jogou a bola), mas a tendência seria que essa velocidade de expansão diminuísse, até o ponto de parar e o universo se contrair. Contudo, vemos uma situação contrária. É como se alguém jogasse a bola de tênis para o alto e ela continuasse acelerando infinitamente: uma gravidade repulsiva estaria agindo.

E a força dessa energia escura parece ser perfeita para configurar o universo como ele é. Se ela fosse um pouco menor, não seria capaz de manter ou acelerar a expansão do universo, e este passaria a se contrair até o ponto de retornar ao estado inicial, um novo Big Bang. Por outro lado, se a força da energia escura fosse um pouco maior, não seria capaz de manter a matéria coesa no universo, e os átomos que formam eu, você, os planetas, estrelas  e galáxias não permaneceriam unidos, e o universo seria um monótomo mar de partículas espalhadas.

Mas por alguma razão desconhecida, a força da energia escura é perfeita para permitir a existência de vida no universo. Por que?

Vários universos: o Multiverso

Multiverso

A resposta pode estar em uma teoria muito debatida desde meados do século passado. A ideia do Multiverso é apoiada pela Teoria das Cordas, uma teoria que pode explicar o universo em seu nível micro e macroscópico. Pensar no nosso universo como sendo parte de uma infinita rede de universos, denominada Multiverso, pode ser a solução para vários mistérios da ciência.

Segundo a teoria dos vários universos, a força da energia escura é perfeita porque ela é simplesmente um acaso, da mesma forma que a Terra está na distância exata do Sol para permitir a existência de vida. Um pouco mais perto, e nosso planeta seria quente demais. Um pouco mais longe, e nosso planeta seria muito frio.

Contudo, isso não significa que temos uma imensa sorte de estarmos aqui hoje, dado o fato de que existem trilhões de trilhões de sistema solares como o nosso universo afora. Em algum desses sistemas solares, há planetas na distância ideal para permitir a existência de vida. Em algum deles, simplesmente deveríamos existir.

E para muitos cientistas, o mesmo vale para o universo. Esse possui a configuração ideal para a existência de vida (como a perfeita força da energia escura) porque simplesmente deve ser assim. Pensando em um cenário com infinitos outros universos, é inevitável que em algum deles exista o valor ideal para a energia escura permitir a existência das galáxias, dos planetas, e da vida. [5 razões que indicam que vivemos em um Multiverso]

Infinitas cópias de você em infinitos universos

E como seriam esses diferentes e infinitos universos? Infinitos deles, certamente, não teriam as configurações necessárias para o surgimento de estrelas, planetas e galáxias. Portanto, seriam muito diferentes do nosso. Em outros infinitos universos, as configurações são as mesmas. Pode inclusive existir uma Via Láctea e uma Terra, mas o asteroide que aniquilou os dinossauros há 65 milhões de anos pode ter tomado outra direção. Em outras palavras, a evolução seguiria um curso diferente.

Isso acontece porque, embora o número de universos seja infinito, há um limite finito para as configurações que um universo pode tomar, isto é, essas configurações podem se repetir, e podem existir universos idênticos ao nosso no Multiverso.

Assim, em infinitos outros universos, há infinitas cópias de você lendo esse artigo. Em outros, eventos como o ataque ao World Trade Center podem não ter acontecido. [A Interpretação dos Muitos Mundos]

Leia mais em http://misteriosdomundo.com/vida-acaso-multiverso#ixzz2fx23rlom 
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Física Quântica
 
Antigamente, todos acreditavam que o átomo era a menor partícula existente, e que era indivisível. Mas com os avanços da ciência, os físicos conseguiram dividir o átomo e descobriram que este é formado por partículas menores, denominadas partículas subatômicas.
 
As leis da física clássica não podem ser aplicadas nesse estranho universo
quântico, e é aí que entra em cena uma física relativamente nova: a mecânica quântica, que explica o bizarro e intrigante muito dessas partículas nada convencionais, mas que são os pilares de todo o universo, ou seja, tudo no universo, desde suas mãos até a mais distante estrela é composta por partículas extremamente pequenas.
 
Nesse artigo, vamos falar sobre as 7 partículas subatômicas fundamentais, iniciando pelo neutrino e terminando numa enigma que acaba fazendo com que a ciência pareça tão limitada como na Grécia Antiga. Bem-vindo ao caótico mundo subatômico.
 
Neutrino
 
A cada segundo, mais de 100 bilhões de partículas denominadas neutrinos provenientes do espaço atravessam seu corpo numa velocidade próxima à da luz, e sabe o que isso significa em termos práticos?
 
Felizmente nada, ou quase. Isso porque o neutrino é a partícula mais leve que existe e praticamente não interage com as outras coisas.
 
Ele se origina quando um próton se transforma num nêutron (ou vice-versa) e tal fenômeno é comum dentro do Sol (aqueles bilhões de neutrinos são rovenientes de lá).Você também produz neutrinos, embora que bem menos que nossa estrela.
 
A transformação do próton para o elétron acaba gerando uma sobra de energia, que se converte em massa, e origina um novo e  levíssimo neutrino.
 
Mas ainda bem que nem todos os elementos que formam o universo são fantasmagóricos e anti-sociais.
 
Elétron
 
Assim como o neutrino, o elétron é também nômade, embora que nem tanto. O primo gordo do neutrino mora na periferia de um átomo, denominada eletrosfera, e dentro do mundo subatômico, a casa do elétron é gigantesca.
 
Assim como os neutrinos, os elétrons possuem pouca massa e são responsáveis por vários efeitos elétricos, é graças à ele que você pode acender uma lâmpada e ler esse texto.
 
Tal partícula subatômica foi a primeira a ser descoberta (1897) e hoje é considerado um elemento fundamental do universo.
 
Quark
 
Os prótons e nêutrons são partículas que não são elementares (eles formam o núcleo de um átomo), pois são formados por quarks.
 
Cada próton e nêutron possui 3 quarks, e esses 3 quarks são amigos inseparáveis, sempre andam juntos. Ninguém conseguiu observar um quark solitário.
 
Eles trocam carga elétrica o tempo todo, num desfile frenético dentro do átomo. Mas existem outros tipos de quarks, veja abaixo todos: Up – É o mais leve dos quarks.
 
Cada próton possui dois up em seu interior.
 
Cada nêutron, um. Down – Faz dupla com o up na constituição da matéria.
 
Cada próton tem um down e cada nêutron, dois.
 
Charm – Maior que o up e o down, só aparece em aceleradores de partículas, por um milionésimo de milionésimo de segundo.
 
Strange – Par do charm, é também pesado demais para se manter inteiro na natureza.
 
Existiu somente nos primórdios do universo.
 
Top – O mais pesado dos quarks, tem massa igual à de um átomo de ouro. Nos
aceleradores, sobrevive por apenas 0,0000000000000000000001 segundo.
 
Bottom – Também é pesado demais para existir hoje. Nos aceleradores, dura apenas um milionésimo de milionésimo de segundo.
 
Os quarks estão confinados em seu grupo por uma força muito grande, que impede um deles de se isolar do grupo. Tal força é formada pela próxima partícula.
 
Glúon
 
Os glúons rondam cada quark dentro de um próton e nêutron e são responsáveis pela troca de carga elétrica entre eles.
 
Eles funcionam como uma mola, deixando os quarks livres quando estão próximos ao centro do grupo, mas puxam violentamente quando um deles se afasta.
 
A força gerada pela interação do glúon e do quark é a mais forte do universo, quase infinitamente mais forte que a gravidade, tal força é a denominada força nuclear forte, uma das quatro forças fundamentais da natureza.
 
Entretanto, essa força não é infalível, e quando a cola (glúon) arrebenta, o núcleo do átomo se desfaz, gerando a fissão nuclear ou o decaimento radioativo. Tal desordem é causada pela próxima partícula.
 
Bósons da força fraca
 
São os valentões da escolha: grandes e pesadas partículas, que passam o dia maltratando os quarks, elétrons e neutrinos.
 
A gangue é formada por 3 integrantes: os bósons W-, W+ e Z, todos 86 vezes mais pesados que um próton.
 
Eles causam muita confusão no mundo subatômico, chegando até a expulsar partículas do interior dos átomos (a radiação), e mesmo com tanta violência, a gangue é 100 mil vezes mais fraca que a força nuclear forte.
 
Essa é a força nuclear fraca, e se originou da separação de um bando muito maior e mais poderoso.
 
Nos primórdios do universo, esses bósons estavam ligados à essas partículas,
compondo a força eletrofraca, que atualmente não existe mais.
 
Fóton
 

 

O sinal do rádio, de sua televisão, raios-X, os campos magnéticos… Tudo isso é feito de fótons, mais conhecidos como as partículas que compõe a luz visível.
 
O fóton carrega o electromagnetismo, a segunda força mais poderosa do universo (bilhões * bilhões de vezes mais forte que a gravidade e somente 100 vezes mais fraca que a força nuclear forte).
 
Quando você segura alguma coisa, seu toque é nada mais que a repulsão electromagnética entre essa coisa e sua mão. Essa repulsão ocorre quando os fótons de sua mão e do objeto se trocam. Tudo o que você toca é uma grande troca de fótons.
 
A força electromagnética é a maior responsável por manter os elétrons em torno do núcleo atômico, além de comandar as ligações químicas dos átomos e moléculas.
 
Calma, falta só mais uma força: a gravidade, que te mantém sobre o chão nesse momento e que é produto da última e mais misteriosa partícula de todas…
 
Gráviton
 
Como você já deve saber, a força que derrubou a maçã sobre a cabeça de Newton e que mantém todos os planetas do sistema solar orbitando o sol é incompreensível do ponto de vista da mecânica quântica, para qual toda força é feita de alguma partícula energética.
 
gráviton é a responsável pela gravidade, mas tal partícula nunca foi vista! Nem mesmo quando os cientistas espatifam átomos nos aceleradores de partículas.
 
Mas cadê o gráviton?
 
Ninguém sabe, ninguém viu… Ele faz parte do Modelo Padrão, a teoria da física que explica tudo o que foi dito até aqui. É o principal pilar da física e o mais incompreendido.
 
Alguns pesquisadores acreditam que tal partícula só será encontrada e entendida quando os pesquisadores continuarem indo mais fundo, ultrapassando os limites da mecânica quântica e chegando no interior de cada partícula que você viu aqui, num mundo mais bizarro que a mecânica quântica: o das supercordas – entidades assustadoras que fazem parte de um mundo de 11 dimensões e que compõe cada um dos 7 elementos.
 
Mas se de fato o gráviton for encontrado com base na Teoria das Cordas, talvez seria a prova definitiva da existência dos universos paralelos, algo previsto pela Teoria das Cordas.

 

Recentemente estamos experimentando uma quantidade enorme de atividade no Sol, o que está afetando tanto a Terra quanto os seres humanos.

Que é exatamente uma erupção (labareda) solar e como nos afeta ?

Uma erupção solar é uma tempestade magnética no Sol, que aparece como um ponto muito brilhante e uma erupção gasosa na superfície, tal como a fotografia acima.

As labaredas solares liberam enormes quantidades de partículas de alta energia e gases que são tremendamente quentes.

São lançadas a milhares de quilômetros da superfície do Sol.

Segundo Mitch Battros – no site Cambios em La Tierra, 

“Uma das melhores profecias/predições conhecidas de nossos anciãos maias é a mensagem de uma mudança de paradigma de nossa era. Nas palavras dos maias, se diz que agora estamos em uma época de “mudança e conflito”.

A mudança está chegando do “exterior” em forma de mudanças climáticas, fenômenos naturais, distúrbios celestes (labaredas solares) e traumatismos auto-infligidos, causados pelo homem.

O conflito vem desde o “interior” em forma de desafio pessoal, dor, confusão, depressão ansiedade e medo.

Diz-se que estamos “na encruzilhada”. Um tempo para escolher um novo caminho, decidindo sobre uma nova direção individual e da comunidade, aventurando-nos no desconhecido, encontrando nossa verdadeira identidade do Ser. 

Outros optarão por ficar no mesmo caminho, ficar com o conhecido e fazer um grande esforço para manter a “previsibilidade”.”

Um estudo recente publicado na revista New Scientist, indica uma conexão direta entre as tempestades solares do Sol e o efeito biológico humano. 

O canal que facilita às partículas carregadas do Sol perturbar os humanos é o mesmíssimo canal que dirige o clima da Terra através do campo magnético terrestre, e também através dos campos magnéticos que circundam os humanos. 

As recentes tempestades geomagnéticas estão causando os últimos acontecimentos nas mudanças terrestres, em forma de terremotos, erupções vulcânicas, furacões, tornados e tempestades de vento.

A ATIVIDADE GEOMAGNÉTICA DO SOL INFLUI EM NOSSOS PENSAMENTOS

É sabido que a atividade solar influi na consciência humana. 

As labaredas solares afetam:

  • O sistema nervoso central (revestimento do estomago)
  • toda atividade do cérebro (incluindo o equilíbrio)
  • junto ao comportamento humano e todas as respostas psico-fisiológicas (mental-emocional-fisica)

As labaredas solares podem nos causar os seguintes sintomas:

  • nervosismo
  • ansiedade
  • preocupação
  • enjôos (como nas viagens por mar )
  • instabilidade
  • tremores
  • irritabilidade
  • letargia
  • esgotamento
  • problemas de memória a curto prazo e palpitações do coração
  • náuseas
  • intranqüilidade
  • pressão prolongada e dores na cabeça

Você teve ultimamente alguns destes sintomas ?

As labaredas solares e as ondas de fótons estão mudando a trama de nossa realidade física, uma vez que tem um poderoso efeito em nosso nível físico celular, causando o despertar e conhecimento de nossa memória celular. 

Frequentemente experimentamos isto como se o corpo estivesse se aquecendo em um calor intenso. 

Nossas emoções são energias de baixa freqüência armazenada em nossas células como experiências passadas e traumas que tivemos e nunca foram assimilados – pelo que são armazenados como memória celular.

A energia fotônica é uma energia de freqüência muito mais alta que eleva a freqüência emocional mais baixa, de maneira que se possa trazê-la a uma freqüência mais alta…

Portanto, encontramos a nós mesmos liberando estas baixas emoções como a tristeza e a dor sem saber porque.

Isso terá uma duração de uns 20 minutos e ficamos nos perguntando de onde vieram estes sentimentos, sem aviso, do nada.

Os elementos de nossa planilha estão interconectados na consciência celular e quando a planilha é amplificada através de energias de fótons, diversos elementos dela se filtram para a consciência e começamos a recordar nosso verdadeiro propósito.

Somos impulsionados ou pressionados a fazer mudanças em nossa vida mas não nos damos conta do porquê.

O fato interessante a respeito desta energia é que, apesar de uma freqüência mais alta, ela cria o poder de manifestação instantânea de nossos pensamentos, o que significa que, seja lá o que pensemos, criamos no mesmo instante. Isto nunca havia ocorrido antes em nossos lapsos de vida e é por isso que muitas pessoas estão escrevendo livros sobre o tema do “Poder de Atração”.

A energia fotônica se liga a nossos pensamentos, pelo que é importante que saibamos o que queremos pois, do contrário vamos criar mais daquilo que não queremos.

Se você está no processo de mudança e transformação, esta energia funciona bem para você.

Por outro lado, se você está agarrado ao passado através da vitimização e da ira, você simplesmente manifestará mais razões para permanecer agarrado à vitimização, até que esteja pronto para liberá-la.

Nota: Os textos antigos nos dizem que olhemos para os céus, já que estes criaram o catalisador que poderia provocar uma mudança na Terra nestes tempos.

OS EFEITOS DE RECENTES LABAREDAS SOLARES

Muita gente atualmente se sente agitada e inquieta.

As labaredas solares podem romper os velhos padrões que já não são necessários, para que possam surgir os novos. Isto pode fazer-nos sentir agitados e esgotados ao mesmo tempo. Também pode causar estragos com a tecnologia, nos computadores.

Temos começado a notar muitos sintomas novos:

  • o tempo e o espaço estão começando a cambalear ainda mais erraticamente do que antes.
  • parece que estamos perdendo facilmente a noção do tempo
  • perdemos as palavras quando estamos falando
  • o dia simplesmente desaparece
  • não estamos dormindo muito bem… outra vez
  • damos um monte de voltas na cama durante a noite e muitos estão tendo sonhos estranhos
  • estamos sentindo que surge uma enorme energia no corpo, seguida de grandes baixas de energia
  • recebemos muitas notícias de náuseas e dores no corpo, mal-estar e enjôo (como a bordo)
  • muitos sentem uma profunda dor
  • alguns sentem como se estivessem caminhando sobre a água (sem razão aparente)
  • outros disseram que quando fechavam os olhos à noite, tudo estava girando
  • foram produzidos:
  • alterações visuais
  • problemas no ouvido interno
  • zumbido nos ouvidos
  • problemas na tireóide e garganta
  • pés frios
  • até um sintoma raro de secura na língua

Você tem experimentado alguns destes problemas ? 

Não há o que temer… somente esteja consciente do que isso é e descanse mais e beba muita água.

Isto também passará ..

Por Heather Carlini

Fevereiro de 2011.
No site CarliniInstitute

Traduzido do espanhol por Lélia Zanfranceshi para Anjo de Luz

Uma grande quantidade de partículas carregadas provenientes do Sol deve atingir a magnetosfera da Terra neste final de semana e provocar blecautes de radio-propagação e auroras polares em regiões de latitudes elevadas.

http://www.youtube.com/watch?v=s6UUuzj1ydM

A causa dessa tempestade é o rompimento de um filamento de plasma ocorrido na terça-feira no hemisfério sul da estrela.

O evento liberou uma grande quantidade de partículas carregadas que se desloca 1.55 milhões de km/h.

De acordo com o modelo de propagação de ejeção de massa coronal, CME, a frente principal dessa onda chegará à Terra a partir das primeiras horas de sábado, dia 24, e deverá provocar distúrbios geomagnéticos durante todo o dia.

http://www.youtube.com/watch?v=ydoPOSe-3eM

Ejeções de massa coronal são enormes bolhas de gás ionizado com mais 10 bilhões de toneladas, lançadas ao espaço a velocidades que superam facilmente a marca de um milhão de quilômetros por hora.

Quando atingem cerca de 60 mil km de altitude, as partículas carregadas são desviadas pela magnetosfera terrestre em direção aos polos.

Na atmosfera superior dessas regiões elas se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio e produzem radiação nos comprimentos de onda verde e vermelho respectivamente.

Essas emissões são conhecidas como auroras polares e ocorrem entre 60 km e 150 km de altitude.

Consequências da Tempestade Solar
A EMC que está se dirigindo à Terra pode provocar efeitos mais dramáticos que simples auroras, uma vez que deverá atingir diretamente o nosso planeta.

Com isso, espera-se uma elevação substancial do Índice KP que mede a instabilidade da ionosfera e valores entre KP=6 e KP=7 não estão descartados.

 

Tabela de Índice KP

Apesar de as tempestades solares ou geomagnéticas não oferecerem riscos à saúde, a indução de correntes elétricas de forma indesejada pode produzir diversos efeitos nocivos em sistemas de distribuição de energia elétrica, navegação por satélite e nas comunicações intercontinentais por ondas curtas. Além disso, devido a mudanças na densidade da atmosfera superior, os satélites de orbita baixa podem precisar de reorientação.

A tabela acima mostra os efeitos práticos que podem ocorrer caso os índices KP atinjam os valores mencionados.

A mais intensa


É importante deixar claro que as tempestades geomagnéticas produzem efeitos muito mais perigosos nas regiões polares do que nas equatoriais ou tropicais e somente em raríssimas exceções as auroras podem ser vistas em áreas abaixo de 40 graus de latitude.

A tempestade geomagnética mais intensa que se tem registro ocorreu entre agosto e setembro de 1859.

A forte tormenta foi testemunhada pelo astrônomo britânico Richard Carrington, que observou o fenômeno através da projeção da imagem do sol em uma tela branca.

Em sua homenagem, a tempestade foi denominada Evento Carrington.

transformador queimado devido a tempestade solar

Na ocasião, a anomalia geomagnética foi tão intensa que disparou uma série de explosões nas linhas telegráficas que eletrocutaram técnicos e incendiou os papéis das mensagens em código Morse.

Testemunhas afirmam que auroras boreais foram vistas até nas latitudes médias ao sul de Cuba e Havaí. Há relatos de auroras tão brilhantes que os camponeses pensavam que o dia estava amanhecendo.

Estima-se que o Evento Carrington foi 50% mais intenso que a supertempestade geomagnética de maio de 1921.

Artes: No topo, modelo solar gerado no Centro de Previsão de Clima Espacial, SWPC, mostra o deslocamento das partículas carregadas se dirigindo à Terra, identificada no gráfico como um círculo amarelo.

Em seguida, animação das imagens do Solar Dynamics Observatory (SDO), da Nasa, mostra o instante em que o filamento se rompeu no hemisfério sul da estrela.

Acima, um dos transformadores que explodiu durante a tempestade solar ocorrida em 1989 na cidade de Québec, no Canadá. Créditos: NOAA/SWPC, NASA, Hydro Québec, Apolo11.com.

Fonte:

http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Forte_tempestade_solar_deve_atingir_a_Terra_a_partir_de_sabado&posic=dat_20130823-081425.inc


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