Dentre as inúmeras práticas com os cristais, a mais propagada é a meditação. Desde promover um rápido relaxamento, até nos colocar em estados mais profundos de transcendência, a meditação com os cristais pode alinhar e energizar nossos chakras, ampliar nosso campo magnético e acelerar os processos de assimilação e compreensão da vida, levando-nos a uma maravilhosa viagem de crescimento, descobertas e integração com a natureza.

Os cristais são poderosos instrumentos para obtenção da harmonia, pois através de sua precisa estrutura molecular exprimem a perfeição cósmica, afetando direta ou indiretamente todos os que se colocam em sua presença.

Meditar com os cristais é simples e deve ser algo muito natural. Todo trabalho com cristais leva em conta a intuição em primeiro lugar, já que ao lidarmos com estes fantásticos cérebros da natureza saberemos exatamente o que deve ser feito se estivermos receptivos. Por isso, a técnica de meditação deve ser aquela que mais nos agrada e que nos traga um maior bem estar.

A finalidade de toda meditação é nos alinhar com o divino, proporcionando um canal aberto para o nosso Eu Superior.

Quando conseguimos um estado de harmonia e silêncio interior, nossa luz se irradia com mais facilidade e a energia flui sem obstáculos.

Neste estado podemos nos integrar com o Todo e dissolver a visão do tempo, percebendo o passado, o presente e o futuro como uma única manifestação. Assim, durante as meditações é comum surgirem visões do futuro ou insights esclarecedores de problemas do passado.

A prática constante da meditação com os cristais faz com que este estado de harmonia e integração não durem apenas aqueles instantes, e nos ajuda a manter esta consciência alerta ao longo de nosso dia a dia.

Existem algumas práticas excelentes de meditação com os cristais que podemos adotar para uma maior integração e troca com eles. Uma das mais conhecidas é a meditação dos chakras, onde colocamos em cada chakra uma pedra com as cores a eles relacionadas.

Esta prática é de extrema importância em estados de tensão e bloqueios energéticos que se manifestam através de desequilíbrios emocionais, com consequências físicas na maioria das vezes. Nesta meditação, o ideal é permanecer deitado com a pedras colocadas na altura dos chakras, durante aproximadamente quinze a vinte minutos, embora a questão do tempo na meditação seja relativa e jamais deva ser um motivo de preocupação ( não devemos nos esquecer que os cristais aceleram e potencializam todo o processo, e às vezes alguns segundos bastam para certas atuações).

Há outro tipo de meditação, ideal para pessoas que estão com dificuldades de sonhar, de ouvir sua voz interior ou intuição, quando se sentem sem memória, com fadiga mental, ou mesmo quando estão enxergando as coisas de forma rígida e preconceituosa.

Basta pegar uma pedra transparente (de preferência o quartzo branco), já que as pedras transparentes nos ensinam a olhar além, a expandir nossa visão quando esta se encontra limitada. Num ambiente tranquilo devemos deixar a iluminação fraca a ponto de enxergarmos somente a pedra (uma ótima opção é a colocação de uma luz azul perto do cristal).

Com a mente desligada do ambiente externo, focalizamos nosso olhar e atenção no interior do cristal, procurando viajar pelas galáxias, seres, imagens que habitam seu interior.

Deixe sua mente voar, desprenda-se da realidade física, mergulhe no interior da pedra, torne-se um com ela. Algo extraordinário se manifestará. Este exercício é excelente para desenvolver o terceiro olho, a intuição e a vidência.

Outra incrível meditação, esta com a finalidade de limpeza do corpo astral ou mesmo de ambientes, é a feita com pedras opacas e brilhantes, de preferência as piritas, aquelas lindas pedras douradas, confundidas com o ouro.

Pegue algumas piritas (quanto mais melhor) e coloque-as no chão em forma de círculo. Sente-se dentro deste círculo, e com uma escovinha pegue cada pirita e limpe-a, friccionando-a.

Uma transformação fantástica será observada na pedra: facetas ainda não vistas se manifestarão e o brilho assumirá tal intensidade que chegará a provocar um estado de transcendência. Enquanto esfregamos as piritas, podemos apenas contemplar a beleza que se descortina à nossa frente ou até mesmo mentalizar nossa aura, vida, casa etc. sendo purificados e tornando-se mais brilhantes e radiantes.

Cada pedra que está ao nosso lado tem uma missão e guarda em si grandes histórias e mensagens, verdadeiros arquivos vivos, à espera de um contato para transmitirem sua sabedoria. Seja qual for a prática escolhida, lembre-se que os cristais são amigos que viveram milhares de anos para estar neste momento com você. Não perca esta chance !

A Pirâmide de Cristal

Em 1970 o Dr. Ray Brown, um naturalista de Mesa, Arizona, estava mergulhando com alguns amigos próximo às Ilhas Bari, nas Bahamas, numa área a 20 milhas da extremidade de um abismo submarino chamado “A língua do Oceano”.

Durante o mergulho, Brown se separou de seus companheiros e tentando se juntar novamente a eles, de repente viu uma estranha forma de pirâmide aparecer sob a luz da água marinha.

A pirâmide estava situada 22 braças abaixo, tinha 120 p´es de altura , com somente 90 se projetando fora no assoalho de areias móveis do oceano. Brown primeiro se impressionou de ver como a superfície de pedra era lisa e semelhante a um espelho, com as juntas entre os blocos individuais quase indiscerníveis.

Nadando para perto do topo, que ele achou que parecia lápis-lazuli, ele descobriu uma entrada e decidiu explorar.

Passando ao longo de um estreito corredor, Brown finalmente chegou a uma pequena sala retangular com um teto em forma de pirâmide.

Era interessante que a sala não continha algas ou corais crescendo nas suas paredes internas. Elas não tinham nenhuma mancha.

Além disso, embora Brown não tivesse trazido lanterna, ele podia ver tudo perfeitamente. O quarto era iluminado muito bem e com uma luz brilhante, mas nenhuma fonte direta de luz estava visível.

A atenção de Brown se dirigiu para uma vara metálica semelhante a cobre, com 3 polegadas de diâmetro pendurada do ápice do centro, e na sua ponta estava colocada uma gema vermelha com muitas faces que acabavam num ponto.

Diretamente abaixo da vara e da gema, no meio da sala estava uma mesa de pedra esculpida que tinha em cima um prato de pedra com pontas enroladas.

No prato havia um par de mãos talhadas de metal cor de bronze, de tamanho igual ao de mãos humanas, que pareciam escurecidas e queimadas, como se tivessem sido submetidas a uma aquecimento tremendo.

Aninhado nas mãos e situado 4 pés abaixo da ponta da vara com a gema, estava um cristal de 3 polegadas e meia de diâmetro.

Brown primeiro tentou soltar a vara e a gema vermelha, mas não conseguiu. Voltando para a esfera de cristal, ele a separou facilmente das mãos de bronze e partiu levando esse cristal. Quando estava saindo, Brown sentiu uma presença e ouviu uma voz de algum lugar que lhe disse para nunca retornar.

Temendo que esse cristal pudesse ser confiscado como roubo de tesouros pelo governo dos Estados Unidos, o Dr. Brown não revelou a existência do estranho cristal ou suas experiências, até 1975, quando ele exibiu o cristal pela primeira vez.

Ele mostrou o cristal apenas uma meia dúzia de vezes, mas em cada vez as testemunhas viram ou se tornaram sensitivas a fenômenos estranhos diretamente associados com ele.

Bem profundamente na forma cristalina pode-se vislumbrar 3 imagens de pirâmides, uma em frente da outra, em tamanhos decrescentes. Algumas pessoas, entrando num estado de consciência meditativo ou em ondas cerebrais alfa, conseguem ver claramente uma quarta pirâmide adiante das outras três.

Elizabeth Bacon, uma paranormal de New York, em um transe enquanto lia a misteriosa esfera, recebeu a mensagem de que o objeto havia pertencido a Thoth, o deus egípcio que há muitas épocas havia enterrado uma caverna secreta de conhecimento em Gizá, perto das três grandes pirâmides.

Será que as posições das imagens das três pirâmides no cristal contém uma chave para encontrar uma quarta pirâmide subterrânea ainda não encontrada, que seria o célebre Hall of Records (Sala dos Registros)?

De lado, as imagens internas se dissolvem em milhares de minúsculas linhas de fratura e Brown sente que elas podem ser de natureza elétrica, como algum tipo de circuito microscópico.

Ainda de outro ângulo e sob condições especiais, muitas testemunhas foram capazes de ver um grande único olho humano olhando serenamente para eles. Já foram tiradas fotos desse olho.

Assim como os misteriosos crânios de cristal da América Central, a esfera de cristal do Dr. Brown é fonte de uma variedade de eventos paranormais.

As pessoas sentiram brisas de ventos iônicos soprando próximas ao cristal; camadas quentes e frias o rodeiam a várias distâncias; outras ocorrências foram luzes fantasmas, vozes ou estranhas sensações de zunido ao seu redor.

Uma agulha de bússola colocada próxima à esfera girará ao contrário, depois começara á a girar na direção oposta quando afastada duas polegadas.

Os metais são magnetizados temporariamente em contato próximo com ele. Há também exemplos registrados em que uma pessoa foi temporariamente curada de uma indisposição ao tocar a esfera de cristal, mas então a pessoa seguinte que se aproximou do cristal absorveu os sintomas da indisposição da pessoa anterior, como se o cristal pudesse retirar e depois ativar doenças humanas à vontade.

Ainda permanece um mistério qual seria o objetivo da esfera e que papel ela teve um dia no enigmático instrumento que Brown encontrou dentro da pirâmide submersa. Uma ideia proposta é de que essa pirâmide antes atraía, acumulava e gerava forças cósmicas.

A vara suspense poderia conduzir forces acumuladas no topo; a gema vermelha facetada em sua ponta concentraria e projetaria a energia para a esfera de cristal embaixo dela e as mãos escurecidas e queimadas, mostrando evidências de transferência de energia, provavelmente amplificava a liberação de energias; enquanto que a esfera de cristal atuava como harmonizador e liberação das energias.

Tudo o que se sabe por certo é que a esfera de cristal do Dr. Brown retirada de seu sistema, é por si mesma uma testemunha para a tecnologia mais sofisticada, pois segundo os especialistas do Instituto Smithsonian de Washington, a tecnologia para cortar cristais de quartzo com a perfeição exibida por essa esfera, não foi conseguida até depois de 1900.

A Odisseia dos Crânios de Cristal

Em algumas ocasiões, os Antigos refletiam sobre a natureza cristalina de nosso corpo e espírito, pois eles imitavam a forma humana e seus padrões de energia, entalhando em cristal sólido.

 Sem dúvida, a mais famosa e enigmática peça de cristal antigo descoberta até agora, é o Crânio de Cristal de Mitchell Hedges. Um dia, em 1927 o explorador F. A. Mitchell Hedges estava limpando o entulho do topo de um templo em ruínas na cidade maia de Lubaantum, localizada nas Honduras britânicas, atualmente Belize, quando sua filha Ana, de 17 anos, que o havia acompanhado, viu algo brilhando na poeira abaixo. Ana encontrou um crânio finamente entalhado e polido, feito de cristal de rocha, em que faltava a parte da mandíbula. Três meses depois, ela localizou a mandíbula numa escavação a 25 pés do primeiro local.

Ele corresponde aproximadamente em tamanho ao crânio humano, com detalhes quase perfeitos, mesmo restaurando  o crânio com as proeminências globulares, que são características de uma mulher.

Em 1970, o conservador e restaurador de arte Frank Dorland teve permissão para submeter o crânio de cristal a testes conduzidos nos Laboratórios Hewlet Packard em Santa Clara, Califórnia.

Destes testes e de estudos cuidadosos feitos pelo próprio Dorland, o crânio revelou muitas anomalias. Quando submerso em álcool benzílico, com um feixe de luz passando através, tanto o crânio como a mandíbula vieram do mesmo bloco de quartzo.

O que impressionou muito as pessoas envolvidas no teste é que eles perceberam que o crânio havia sido entalhado com total desrespeito ao eixo natural do cristal no quartzo.

Na cristalografia moderna, o primeiro procedimento é sempre determinar o eixo, para prevenir fraturas e quebras durante o processo subsequente de moldar a forma. Então, parece que quem fez o crânio empregou métodos pelos quais essas preocupações não são necessárias.

O artista desconhecido também não usou instrumentos metálicos. Dorland não conseguiu encontrar sinais de qualquer metal que deixasse marcas no cristal quando o analisou com um microscópio muito potente.

Na verdade, a maioria dos metais não teria sido efetiva, pois o cristal tem uma gravidade específica de 2.65 e um fator de dureza Mhos de 7. Em outras palavras, mesmo um canivete moderno não pode fazer uma marca nele.

A partir de minúsculos padrões no quartzo próximos das superfícies esculpidas, Dorland determinou que o crânio foi primeiramente cinzelado em uma forma rudimentar, provavelmente com o uso de diamantes.

O aperfeiçoamento da forma final, a lapidação e o polimento, conforme acredita Dorland, foi feito por inúmeras aplicações de soluções de água e areia de cristal de silicone.

O grande problema está em que, se este fosse o processo usado, isso significaria  que haveria necessidade de um total de 300 anos terrestres de trabalho contínuo para a confecção do crânio.

Devemos aceitar este fato praticamente inimaginável ou admitir o uso de alguma forma de tecnologia perdida na criação do crânio e de que atualmente não há nenhuma tecnologia equivalente.

O enigma do crânio, entretanto, não termina aqui. Os arcos zigomáticos (o arco ósseo que se estende ao longo dos lados e parte frontal do crânio) são precisamente separados da peça do crânio e agem como tubos de luz, usando princípios similares aos da óptica moderna, para canalizar luz da base do crânio para os orifícios oculares.

Estes, por sua vez, são pequenas lentes côncavas que também transferem luz de uma fonte abaixo, para a parte superior do crânio. Finalmente, no interior do crânio, está um prisma e minúsculos túneis de luz, pelos quais os objetos que são colocados abaixo do crânio são ampliados e aumentam o brilho.

Richard Garvin, autor de um livro sobre os crânios de cristal, acredita que o crânio foi desenhado para ser colocado sobre um feixe de luz voltado para cima.

O resultado, com as várias transferências de luz e efeitos prismáticos, iluminaria todo o crânio e faria com que os orifícios se tornassem olhos brilhantes. Dorland realizou experimentos usando esta técnica e relatou que o crânio “se acende” como se estivesse pegando fogo.

Um outro achado sobre o crânio de cristal revela conhecimento de pesos e pontos de fulcro.

A peça da mandíbula se encaixa precisamente no crânio por dois orifícios polidos, que permitem que a mandíbula se mova para cima e para baixo.

O próprio crânio pode ser balanceado exatamente onde dois pequenos orifícios são trespassados de cada lado de sua base, que provavelmente antes continham suportes de suspensão.  equilíbrio nestes pontos é tão perfeito que a menor brisa faz com que o crânio balance para a frente e para traz, com a mandíbula abrindo e fechando como contrapeso. O efeito visual é o de um crânio vivo, falando e articulando.

A questão, é claro, é – para que propósito isto serve? Ele foi apenas desenhado pelo seu artista como um brinquedo inteligente ou peça de conversação ou ainda, como acredita Dorland, ele seria usado como um instrumento oracular, através dos estranhos fenômenos associados ao crânio de cristal, que desafiam explicações lógicas.

Observadores relataram que, por razões desconhecidas, o crânio mudará de cor. Às vezes, a parte frontal do crânio fica enevoada, parecendo algodão branco.

Outras vezes ele se torna perfeitamente claro, como se o espaço interior desaparecesse num vácuo.

Num período de 5 a 6 minutos, um ponto escuro frequentemente começa a se formar no lado direito e lentamente escurece todo o crânio, depois vai desaparecendo, tão misteriosamente como chegou.

Outros observadores viram cenas estranhas refletidas nos orifícios dos olhos, cenas de edifícios e outros objetos, mesmo quando o crânio está apoiado sobre um fundo preto.

Outros ainda ouviram ruídos emanando de dentro e, ao menos em uma ocasião, um brilho distinto rodeou o crânio como uma aura por mais de seis minutos, sem que houvesse qualquer fonte de luz conhecida.

A soma total do crânio parece alterar todos os 5 sentidos físicos do cérebro. Há mudanças de cor e de luz, ele emite odores, cria sons, proporciona sensações de calor e de frio para aqueles que o tocam, mesmo quando o cristal havia permanecido a um temperatura física de 21°C sob todas as condições e produziu até sensações de sede e às vezes de gosto em poucos casos. Dorland é de opinião que o que está ocorrendo em todos estes fenômenos é que o “cristal estimula uma parte desconhecida do cérebro, abrindo uma porta psíquica para o absoluto”.

Ele observa: “os cristais emitem continuamente ondas de rádio. Desde que o cérebro faz a mesma coisa, eles interagem naturalmente”. Ele percebeu também que ocorrências periódicas no crânio de cristal são devidas às posições do Sol, da Lua e dos planetas no céu.

A pesquisadora Marianne Zezelic concorda que o crânio foi usado primariamente para estimular e amplificar as capacidades psíquicas nos que o manuseavam. Ela observa: “O cristal serve como um acumulador de magnetismo terrestre.

Quando se olha fixamente o cristal, os olhos entram numa relação harmônica, estimulando o magnetismo coletado naquela porção do cérebro conhecida como cerebelo.

O cerebelo portanto se torna um reservatório de magnetismo que influencia a qualidade do fluxo magnético através dos olhos, originando assim um fluxo contínuo de magnetismo entre o observador e o cristal.

A quantidade de energia que entra no crânio eventualmente aumenta numa tal proporção que afeta os polos do cérebro, uma região que se estende logo acima dos olhos, contribuindo para o fenômeno psíquico”.

Indo além, Tom Bearden, um especialista no campo de estudos psicotrônicos, acredita que, em mãos de um mediador qualificado e focalizador mental, o crânio de cristal também serviu, não somente como veículo para transformar o campo de energia vital em energia eletromagnética e noutros efeitos físicos, mas também auxiliou na cura, pela alteração de sua ressonância cristalina para combinar com as frequências da mente e do corpo do paciente, e afetando as energias curadoras no crânio, que então se manifestaria no campo áurico do paciente.

O crânio seria usado portanto como um amplificador e um transmissor de forças de energia psíquicas e da terra.

Observando a soma total de habilidades e conhecimento incorporados a respeito do crânio Mitchell-Hedges, a ciência moderna tropeça na maneira de explicar isto.

O autor Richard Garvin sumarizou os achados com estas palavras: “É virtualmente impossível hoje – num tempo em que os homens escalaram montanhas na lua – duplicar este achado. Somente as lentes, os tubos de luz e os prismas apresentam uma competência tecnológica que a raça humana adquiriu apenas recentemente.

Na verdade, não há ninguém no globo atualmente que poderia tentar duplicar a escultura. Não seria uma questão de aptidão, paciência e tempo. Simplesmente seria impossível. Como um cristalógrafo da Hewlett-Packard disse: “Essa coisa simplesmente não poderia existir”.

Mas existe e enquanto não podemos explicá-los em termos de qualquer forma de tecnologia conhecida, podemos explicá-los somente como produto de uma tecnologia muito mais adiantada que a nossa, mas que desapareceu e foi esquecida há muito tempo – a tecnologia de uma Idade de Ouro.

Bibliografia

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