Na medicina tradicional, esta planta sempre foi usada como tratamento natural para problemas digestivos, pulmonares e até de pele.
O óleo essencial de murta, por sua vez, costuma ser usado de forma similar em alguns casos, mas também tem outras utilidades pouco conhecidas.
De fato, ele tem propriedades expectorantes e pode ajudar na liberação do muco em caso de gripes e resfriados.
É uma boa ideia inclusive para amenizar as tosses que tanto incomodam na hora de dormir. Nesses casos, costuma-se usar em um difusor ou aplicado no tórax / costas – desde que diluído, é claro.
Como muitos óleos essenciais, tem ação efetiva contra micro-organismos nocivos, sendo uma boa opção de higienizador natural.
Estudos indicam eficiência contra Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis, Salmonella e Listeria.
Essa característica importante faz do óleo essencial de murta útil para:
  • Tratamento de feridas: devido à ação antisséptica;
  • Tratamento para acne: controla a oleosidade e promove uma limpeza natural da pele;
  • Desodorante: combate naturalmente os micro-organismos causadores de maus odores.
Este óleo essencial também é conhecido por um efeito sedativo.
Por conta disso, seu aroma tem qualidades reconhecidas como:
  • Calmante: na aromaterapia, costuma ser usado para combater sensações de estresse e ansiedade;
  • Insônia: usado na água do banho ou em difusor de aromas, pode ajudar em um sono melhor.
Como sempre comento, evite usar utilizar óleos essenciais com objetivos de saúde sem orientação adequada.
Nunca substitua tratamentos que já esteja fazendo sem antes conversar com o seu médico.
Se for usar o óleo essencial de murta na pele, lembre-se de diluí-lo em algum óleo carreador, como azeite de oliva, óleo de amêndoas ou de coco.
Isso evitará problemas com irritação.
Agindo com responsabilidade você só agregará à sua saúde, sem efeitos desfavoráveis.
Supersaúde!
Fonte: Dr Rondó
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